Outeiro Secano em Lisboa

Agosto 31 2014
O futebol tornou-se desde o século passado no maior fenómeno social a nível mundial, ao ponto de a sua audiência nos campeonatos do Mundo, terem ultrapassado a dos Jogos Olímpicos, pese embora estes venham do tempo da Antiga Grécia. De salientar que a influência dos Jogos Olímpicos era tal que, durante a sua duração, conseguiam até obter tréguas para as guerras.

É evidente que a televisão contribuiu muito para a divulgação deste fenómeno e a título de exemplo, ontem num sábado à noite, os três canais de informação, RTP Informação, SIC Notícias, e TVI 24, tinham programas dedicados ao dérbi, falando de hipotéticos sistemas técnico táticos a utilizar hoje pelos treinadores.

Só que o futebol actual, nomeadamente a nível de clubes, está a ganhar uma dimensão de tal forma mercantilista, que se não houver uma maior regulação pela UEFA e pela FIFA, poderá abalar num futuro próximo, a emoção que anda à volta deste fenómeno.

O jogo de hoje é uma prova dessa desregulação, fala-se inclusive que três dos jogadores que hoje estarão no estádio da Luz, amanhã poderão estar já noutros clubes, são os casos de Enzo Perez do Benfica, e de William de Carvalho e Sliman do Sporting.

Tudo isto porque o futebol se deixou minar pelos interesses financeiros de empresários e dos Fundos de Investimento, em detrimento das opiniões dos sócios nas assembleias gerais. Os salários dos jogadores estão de tal forma inflacionados que, acabaram com o amor à camisola. Os adeptos só querem resultados positivos e imediatos, os jogadores, atendendo à sua profissão de rápido desgaste e de pouca duração, querem ganhar muito no menor espaço de tempo, independente dos contratos que tenham assinado.

Diz-se que nos dérbis ganha a equipa que está pior, embora as estatísticas não comprovem isso. A mim parece-me que neste ano, existe um maior equilíbrio entre as equipas do Benfica e do Sporting, estando por isso  reunidas todas as condições para que seja um bom jogo de futebol e que ganhe o melhor, embora deseje que o melhor, seja o Sporting.

 

publicado por Nuno Santos às 08:35

Agosto 29 2014

 

 

Diz-se dos amigos verdadeiros que são para a vida, e eu prezo-me de ter alguns entre os quais, o casal Carlos David e a Luísa Afonso, uns transmontanos de Vinhais residentes em Lisboa, com quem eu e a Celeste privamos, há quase quarenta anos.

Temos com este casal uma série de cumplicidades, desde logo o facto de sermos vizinhos, de nos assinarmos Afonso, de sermos transmontanos e de torcermos todos pelo Sporting.

Ainda que não fosse por todos estes atributos, existe um outro, que levaria a terem a minha simpatia, por serem ainda familiares afastados de Manuel Buíça, o transmontano e vinhaense que, participou no regicídio, contribuindo com o seu gesto revolucionário o facto de vivermos actualmente numa república.

Além disso, os seus filhos a Sara e Roberto têm também  com o nosso filho uma grande cumplicidade, e nem o facto de este ter ido morar para a Holanda os afastou. O Roberto que, é um excelente músico e juntamente com a sua companheira Patrícia, constituem a banda “Os Lavoisier”. Nas suas tournées pela Europa, sempre que tocam em Amsterdam, ficam em casa do nosso filho, ao ponto de este dizer com graça e prazer, de que a sua casa, é a delegação oficial dos Lavoisier na Holanda.

Hoje a Luísa faz anos, e por isso aqui ficam os meus parabéns e da Celeste, embora logo à noite lá estejamos em sua casa para os comemorar, porque naquela casa, a palavra de ordem é – Entre quem é!

 

  

publicado por Nuno Santos às 14:03

Agosto 29 2014

 

 

 

No recente encontro da família Rodrigues Afonso, mais do que o convívio intergeracional e familiar o qual é frequente, esteve também subjacente uma homenagem ao nosso avô Eurico, pelo protagonismo que teve na aldeia, entre as décadas de trinta a setenta, e porque em nosso entender, existe essa dívida de gratidão por parte da população local, em especial dos responsáveis políticos que lhe seguiram.

E se há coisas em que a memória do nosso avô deve ser perpetuada, a festa da Sra da Azinheira deve ser uma delas, porque apesar de passados tantos anos, a sua marca ainda persiste. Desde logo, porque foi ele quem criou o espaço onde agora se realiza a festa, assim como foi também ele quem construiu o primeiro coreto, e concluiu o segundo, pese embora ambos tenham sido recentemente requalificados, a obra original foi sua.

O nosso avô tinha uma relação com a festa como ninguém. Na qualidade de presidente da junta nomeava os mordomos para o ano seguinte, e se havia dificuldade em constituir a comissão, lá estava ele por trás como mordomo sombra, fazendo reforço positivo. Entre outras tarefas relacionadas com a festa, era ele quem tratava das licenças na cidade, e justava logo no ano anterior a Banda de Loivos, uma das mais afamadas da região, razão pela qual esta Banda, deve ser a que tem um maior número de presenças, nas festas da nossa aldeia.

Quando se viviam tempos mais difíceis e era difícil distribuir os músicos pelas casas da aldeia, os sobrantes cabiam sempre na sua casa, e eu recordo-me ainda de ver uma cama pejada de instrumentos, dos músicos que comiam lá em casa.

Ainda que a contratação da segunda banda fosse tarefa da comissão dos solteiros, pela ligação que ele tinha com a cidade, por ali ser funcionário público e amigo de muitos dos elementos desta Banda, tando de membros da Direcção como de músicos, exercia sempre alguma influência, para que a segunda banda da festa fosse a Banda dos Pardais.

Vem isto a propósito porque neste ano, um dos mordomos da festa é um neto seu, o meu primo Tibério que, também herdou as géneses do avô, ao ponto de o nosso primo Eurico, dizer muitas vezes aos seus pais.

- Não sei porque me puseram a mim o nome de Eurico? Quem deveria ser Eurico deveriam ser o Tibério e o Nuno, pois esses é que herdaram as géneses do avô!

Da minha parte carrego com orgulho essa herança, tal como o meu primo a carrega, disso tenho a certeza. Para o Tibério e todos aqueles que estão envolvidos na produção da festa deste ano, desejo-lhes um grande sucesso, pois a julgar pelo programa divulgado, será com certeza um grande êxito, oxalá o S. Pedro também colabore.

publicado por Nuno Santos às 07:34

Agosto 28 2014

 

 

Diz-se que arte, é uma forma de comunicação através de emoções, ela pode ser exprimida através da pintura, escultura, arquitectura, música, dança, eu sei lá de várias formas e feitios, depende do estado de espírito do seu criador, cabendo depois aos observadores encontrarem essa mesma arte ou habilidade, na obra apresentada.

Quanto aos observadores há-os também com maior ou menor sentido crítico, alguns até ganham assim a vida, escrevendo as suas opiniões daquilo que viram, para revistas da especialidade.

Por certo que o criador dos objectos expostos nesta foto achou que, estes objectos são artísticos, cabendo agora a cada um dos observadores, fazer a sua interpretação.

Encontrei-os expostos numa praça de Deventer, uma cidade do norte da Holanda, e garanto-vos que não se trata de nenhuma publicidade ao Red Light, pois esse fica em Amsterdam, e não precisa de publicidade, porquanto, todos os turistas que visitam esta cidade, não dispensam uma passagem por lá, ainda que aí os objectos expostos sejam outros, havendo-os também de várias formas e feitios, e algumas são autênticas peças escultóricas.

publicado por Nuno Santos às 07:14

Agosto 27 2014

 

 

o Bar Sol e Pesca

 

O nosso país com apenas noventa e de dois mil quilómetros quadrados de área possui uma multi variedade de produtos alimentares, alguns de caracter regional que são umas autênticas iguarias para a cozinha, levando a Unesco a considera-la como património imaterial da humanidade, com a designação de Cozinha Mediterrânica.

Antes valorizávamos basicamente os enchidos, algumas espécies de peixes, e as carnes não tinham grandes generalizações, era tudo  carne fosse de porco de vaca de borrego, ou de aves, sendo talvez a carne de aves e as de porco, as mais consumidas, por causa da sua produção ser mais acessível. Havia depois os vinhos diferenciados por serem do Alentejo ou do Douro, e alguma doçaria conventual.

Com a globalização que de certa maneira foi transversal a todos sectores, a nossa cozinha evoluiu muito, priviligiando mais os sabores e a qualidade, em detrimento da quantidade, havendo nisso uma mais-valia não só para o turismo, mas também, para os apreciadores da boa comida.   

E se em matéria de enchidos, costumam ter maior tradição os do norte, promovidos pelas suas feiras do fumeiro, realizadas nos meses de inverno, existem outras regiões como por exemplo o Alentejo, onde também se fazem bons enchidos. As carnes passaram a ter regiões demarcadas como os vinhos, que embora se façam já bons vinhos em todo o país, as regiões preferenciais continuam a ser as do Alentejo e do Douro. 

No Algarve uma das suas iguarias mais apreciadas é o atum, parecendo estar na moda. Tudo porque os japoneses passaram a importá-lo às toneladas, para o seu famoso sushi, dizem que querem fazer o mesmo com o polvo algarvio. Só que a utilidade do atum, não se esgota no sushi japonês, nem nas conservas em azeite. Há mais de dois mil anos quando os Fenícios e os Romanos cá viveram, comiam-no de outras maneiras, como em muxama.

A muxama é feita da parte mais nobre do atum, ou seja dos seus lombos. Estes depois de curados ao sal, são secos ao ar quente do algarve. Há quem chame à muxama de atum o presunto do mar, e de facto come-se em fatias finas tal como o presunto, e com um gosto algo semelhante.

Durante muitos anos confesso que não fui muito fã de atum, com excepção das conservas em azeite. Há tempos numa visita à Madeira, comi-o em casa da minha cunhada Lisete como bife e gostei. Mas a minha rendição total ao atum deu-se recentemente, quando o comi como muxama, num bar situado na rua Nova do Carvalho ao Cais do Sodré, conhecido por Sol e Pesca.

A muxama pode ser adquirida no Algarve, na zona de Vila Real de Santo António, tanto em casas da especialidade, como no mercado. Quando o  encontrar à venda eu vou comprar, porque garanto-vos, é um grande pitéu.

 

publicado por Nuno Santos às 07:45

Agosto 26 2014

 

Todos os clientes da Nucase têm um código, identificando a nossa empresa, a delegação onde a contabilidade está centralizada, e o seu número como cliente. Por exemplo, o cliente 01040220 – LP e AR, Lda., com a actividade de Produção de Áudio e Vídeo, foi cliente da delegação de Lisboa desde a sua fundação, em 1994. As iniciais de LP que aparecem na sua sigla queriam dizer Luís Pedro Fonseca, com quem tive o privilégio de reunir várias vezes, e que faleceu neste domingo, vítima de morte fulminante, com apenas 64 anos de idade.

Luís Pedro Fonseca foi um empresário da área da produção de áudio, autor e produtor  de muitos dos jingles publicitários que, passavam nos anúncios da televisão e das rádios. Em paralelo com a sua actividade profissional, teve também uma actividade artística, estando ligado a vários projectos musicais entre os quais, a Banda os Salada de Fruta e mais tarde a Lena d’ Água e a Banda Atlântida, sendo dele temas como “Olhó Robot” ou “Sempre que o Amor me quiser”.

Hoje quando vinha a caminho do escritório, foi com pesar que ouvi a notícia da sua morte, e com nostalgia ouvi de seguida a Lena d' Água cantar o "sempre que o amor me quiser". Em homenagem a Luís Pedro Fonseca aqui fica a letra desta canção, para quem a quiser cantar baixinho.

 

Sempre que o amor me quiser
Basta fazer-me um sinal
Soprado na brisa do mar
Ou num raio de sol


Sempre que o amor me quiser
Sei que não vou dizer não
Resta-me ir para onde ele for
E esquecer-me de mim
E esquecer-me de mim


Como uma chama que se esquece
Numa fogueira que arde de paixão


Sempre que o amor me quiser
Sei que a razão vai perder
Que me hei de entregar outra vez
Como a primeira vez


Sempre que o amor me quiser
Vou-me banhar nessa luz
Sentir a corrente passar
E esquecer-me de mim
E esquecer-me de mim


Como uma chama que se esquece
Numa fogueira que arde de paixão
Sempre que o amor me quiser

 

 

publicado por Nuno Santos às 13:36

Agosto 26 2014

 

Os valores e a cultura da Nucase sempre tiveram um maior enfoque nos seus clientes, sem contudo descurar claro está, a preocupação com mais elementares direitos dos seus colaboradores.

Nesse sentido e ao longo destes trinta e cinco anos de existência, tem se  respeitado os credos políticos e religiosos, assim como as raças e tendências sexuais de todos os colaboradores que serviram a Nucase, predominando um grande multiculturalismo e coexistindo vários ideais políticos e várias raças.

Quanto às tendências sexuais, as diferenças nunca foram evidentes, nem nunca ninguém se assumiu, pese embora se dissesse à boca pequena de que havia várias tendências, tanto no sector masculino como no feminino.

Vem isto a propósito de um episódio passado há muitos anos com um funcionário, quando a sede ainda funcionava na Parede. O funcionário em questão era um autêntico modelo, não tanto pela sua estampa física, mas sobretudo pela forma como vestia. Era de estatura mediana e usava uns óculos redondos tipo Bill Gates, andando sempre vestido nos trinques.

Embora tivesse passado a barreira dos trinta continuava solteiro, e um dia alguém o viu a jantar com um outro homem num restaurante à luz da vela, daí ter-se espalhado o boato de que esse colega era gay.

Quando ele teve conhecimento do que se constava pela Nucase, com os olhos marejados de lágrimas irrompeu pelo gabinete do Sr. António Nunes, perguntando-lhe directamente.

- Oh Sr. Nunes! O senhor acha que eu sou gay?

Ainda que se diga que não há perguntas estúpidas, esta foi no mínimo difícil, deixando o Sr. António Nunes bastante atrapalhado. Com o pragmatismo que se lhe reconhece, lá conseguiu argumentar uma resposta, amenizando a angústia do seu funcionário, ou seria uma encenação?

 

publicado por Nuno Santos às 07:34

Agosto 25 2014

Em 41 anos que levo de residente em Lisboa, jamais me lembro de a ver tão povoada a um domingo às seis da tarde, e a fotografia da rua Augusta retirada do seu arco do triunfo, é ilustrativo dessa realidade.

Mas não é só a rua Augusta, porque se formos ao novo espaço criado na Ribeira das Naus, vemos os estrangeiros deitados nas escadarias apanhando o sol, fazendo lembrar as focas da baía de S. Francisco na Califórnia.

Com efeito Lisboa está na moda, e o facto de recentemente ter sido objecto de reportagens em revistas da especialidade americanas, tornou-a num local de referência para os turistas, tanto europeus como de outros continentes.

Depois, Lisboa é também uma cidade muito fotogénica, quer seja do castelo de S. Jorge, do Elevador de Santa Justa, dos vários miradouros; de S. Pedro de Alcântara, Santa Catarina, da Graça ou de Alfama ou agora do arco do triunfo da rua Augusta, Lisboa está sempre a fazer pose às objectivas dos turistas.

Oxalá agora as pessoas e o comércio em particular, estejam à altura de receber este fluxo de visitantes, pois está visto que o turismo, pode ser um dos factores de alavancagem da nossa economia.

Mas Lisboa não deve ser apenas visitada pelos turistas estrangeiros, tanto mais que, é aqui que está uma grande parte da nossa história. Estas duas fotos são ilustrativas disso, elas representam a requalificação da cidade após o terramoto de 1755, sendo os seus arquitectos, primeiro Eugénio dos Santos e após morte deste a obra foi continuada por Carlos Mardel.

Para os conterrâneos que queiram visitar Lisboa e ficar a conhecer melhor a sua história, aqui ficam os meus préstimos para dentro das minhas disponibilidades profissionais, ser o seu cicerone. 

publicado por Nuno Santos às 08:25

Agosto 24 2014

Faz hoje 34 anos e o dia 24 de agosto também foi um domingo. Durante essa madrugada a Celeste, após nove meses de gravidez entrou em trabalho de parto, e como nessa altura ainda não tínhamos carro, porque apesar de já estarmos em 1980, um carro ainda não era acessível a todas as bolsas, a Celeste lá foi aguentando as dores até que amanhecesse, para pedirmos ao nosso vizinho Cândido (paz à sua alma) para nos levar ao Hospital de Santa Maria.

Fomos para o Hospital de Santa Maria, porque nessa época a MAC - Maternidade Alfredo da Costa estava a ser evitada, porque tinham lá detectado uma bactéria, a qual punha em risco as parturientes e os bebés. Só que segundo os técnicos de serviço a situação já estava revertida, e como administrativamente pertencíamos à zona da MAC, foi para lá que tivemos de ir.

A MAC chegou a ser a melhor maternidade do país, hoje está em vias de fechar, porque a construção de outras maternidades próximas, como nos hospitais de S. Francisco Xavier e da Amadora - Sintra, mais o racionamento nos gastos do Serviço Nacional de Saúde, tem-na esvaziado de meios técnicos e humanos, e só não fechou ainda, por causa da oposição do povo de Lisboa.

O certo é que ultimamente têm ocorrido lá episódios pelo mau serviço prestado, pelo que mais dia menos dia o belo edifício que alberga a MAC, será por certo convertido em mais um hostal, dos muitos que já proliferam por Lisboa.

Tudo isto de introito para dar os parabéns ao nosso filho Nuno Pedro, o qual faz hoje 34 anos, e que embora tivesse entrado em trabalho de parto durante essa madrugada, acabou por ser arrancado a ferros “forceps” às 16,30 horas, quando eu estava em Alvalade a assistir ao Sporting-Porto.

Nessa época os jogos disputavam-se todos ao domingo e à mesma hora, só por isso a história não se repetiu. Pois se nesse ano o Sporting jogou no domingo com o Porto, desta vez jogou ontem com o Arouca, e com um resultado diferente. Há 34 anos perdemos 1-0 e ontem ganhamos 1-0, embora fosse também um jogo muito sofrido, tendo constatado que o Sporting, este ano não tem um treinador à altura, faltando-lhe sobretudo falta de liderança. O episódio do penalti marcado e falhado pelo Nani, é elucidativo dessa mesma falta de liderança.

Neste dia tão especial para o meu filho, além dos parabéns desejo-lhe também muito sucesso na sua vida pessoal e profissional, e como ele é feito à minha semelhança, os sucessos desportivos do nosso clube são vividos em família, porque os três pai mãe e filho, somos sócios do Sporting.

publicado por Nuno Santos às 08:58

Agosto 23 2014
Em  todos os jogos que o Sporting  disputa em Alvalade, numa excelente campanha de marketing os seus sócios, nomeadamente os titulares de gamebox, recebem por SMS ou por email, um apelo de um dos seus jogadores para irem ao jogo. Desta vez o convite é dirigido pelo André Martins.
Ora respondendo ao apelo lançado hoje vamos à bola, eu com a minha gamebox, a Celeste com a do Pedro Achando o qual felizmente para nós, vai muitas vezes a Leiria, ao fim de semana. Vamos ver o Sporting que recebe o Arouca, mas sobretudo, saudar o regresso a casa do Nani, um jogador formado em Alvalade e que depois de representar um dos melhores clubes do mundo o Manchester United, regressa a casa, diz ele que pelo coração, embora saibamos que regressa, porque não fazia parte dos planos do novo técnico, o holandês Van Gaal.

Claro que o Nani não vem jogar de graça para o Sporting, mas o facto de lhe dar prioridade, quando era pretendido por clubes de renome mundial, como era o caso da Juventus, o seu regresso é um gesto que devemos realçar e reconhecer, e por isso lá estaremos hoje em Alvalade para o saudar. 

Quem também joga amanhã em casa é o Desportivo de Chaves, e logo com o Sporting de Braga B. Depois de uma entrada de leão nos jogos de preparação e da Taça da Liga, o Desportivo de Chaves está agora a fazer um campeonato algo periclitante, contando nos dois jogos realizados com dois empates, algo inesperados e com equipas que, à partida, têm para este campeonato, expectativas diferentes das do Desportivo de Chaves.

Os dois outros rivais do Sporting têm deslocações fora, o F.C do Porto visita o Paços de Ferreira, onde vai encontrar o seu anterior técnico Paulo Fonseca. O Benfica visita o Boavista que, está muito longe do antigo Boavistão, e que batia o pé aos grandes, chegando a sagrar-se campeão nacional.

O Boavista teve nesta época uma passagem administrativa, e por isso vai demorar algum tempo a consolidar uma equipa com valor para se manter na 1ª Liga.

Quem teve um arranque auspicioso foi o Vitória de Guimarães, vencendo ontem o Penafiel por 3-0, e seguindo na frente invicto com seis golos marcados e um sofrido. Mas recorrendo às frases feitas do futebolês e que ilustram esta situação, “as contas fazem-se no fim ou até lá muita água correrá debaixo das pontes, assim como muita tinta nos jornais”.

 

publicado por Nuno Santos às 08:11

Um outeiro secano residente em Lisboa, sempre atento às realidades da sua terra.
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