Outeiro Secano em Lisboa

Dezembro 08 2013

Decorrem até hoje na FIL vários eventos, onde se podem fazer compras de natal a preços mais favoráveis, porque esta feira, tem uma componente social.

São entre outras a FIL Outlet, onde se vendem artigos de vestir e calçado, a Diverlândia um parque de diversões para crianças, a Natális uma feira onde as associações de solidariedade, aproveitam para vender os produtos feitos pelos seus residentes, assim como os utentes da RUTIS.

A RUTIS é a Rede das Universidades Seniores, um projecto em franco desenvolvimento por todo o país, que permite à população sénior um envelhecimento proactivo, com actividades que vão da dança ao teatro passando pela pintura pelas línguas estrangeiras, história e ciências políticas.

Apesar de já ter idade e vontade para frequentar a universidade sénior, a minha vida activa ainda não mo permite e ao que parece, nem nos próximos sete anos, tantos quantos me faltarão para atingir a reforma.

Decorreu também ontem na FIL, o Congresso da Grande Idade, promovido pela Associação dos Amigos da Grande Idade, onde entre outros oradores, esteve o nosso primeiro ministro. Presumo que não terão faltado promessas de apoio às IPSS, apoios esses que nós conhecemos como têm funcionado nos últimos anos.

Apesar da mais-valia desta iniciativa, em especial a Natális, chocou-me que cada uma das associações presentes, só para montarem a banca, tivessem de pagar à FIL, 300,00 €, quando as receitas com a venda dos produtos que vendiam, dificilmente cobririam esse gasto.

A maioria dessas associações estavam ali, apenas para se apresentarem à sociedade. Ao que parece a FIL iria disponibilizar metade da receita de bilheteira, oxalá tal aconteça porque doutra forma, as associações ali representadas, em vez de um ganho, terão um gasto com a iniciativa.

Mas confesso  que quem me levou à FIL, foi o 1.º Festival da Francesinha que, está a decorrer em Lisboa, tendo para isso vindo expressamente do Porto, cinco restaurantes especialista na confecção deste prato, pese embora o Capa Negra não estivesse presente.

O evento teve uma tal adesão dos lisboetas, que, eu depois de estar imenso tempo na fila, acabei por desistir, indo comer a outro lado. Mas prometo que da próxima vez que for ao Porto, irei ao Capa Negra lambuzar-me com uma francesinha.

 

publicado por Nuno Santos às 10:17

As francesinhas são um produto made in Porto..cá do Norte carago. Confesso que de vez em quando lá vai uma. Estou para ir ao Capa Negra, onde por lá passei alguns momentos de estudante, mas a rainha das francesinha é numa tasquinha no cimo da Rua Stª Catarina, bem junto aos Pastéis de Chaves, café do filho da nossa conterrânea Olga André.
Altino Rio a 9 de Dezembro de 2013 às 18:06

Um outeiro secano residente em Lisboa, sempre atento às realidades da sua terra.
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