Outeiro Secano em Lisboa

Agosto 31 2016

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Termina hoje o tão desejado mês de agosto, onde todos nos sentimos mais propícios à letargia e ao descanso do que ao trabalho. Ora, dada a minha situação de pré-reformado, logo, sem obrigações profissionais, foi mesmo a letargia e a preguiça, a razão da pouca atividade deste blog neste mês.

Ainda que neste mês e tal como acontece com os ciclistas, para nós foi também de subidas e descidas, entre Lisboa e Chaves. assim e logo nos primeiros dez dias subimos para celebrar o 83.º aniversário da minha mãe, o III Encontro dos Finalistas dos Alunos da Escola Industrial e Comercial entre os anos de 1970-1973, cada vez com mais aderentes.

Este ano juntamos mais de sessenta ex-alunos, ou seja  mais de duas turmas, contando ainda com a presença do Prof. Manuel Maria. Esperamos que no próximo ano estejamos ainda mais, tanto ex-alunos como ex-professores.

O jantar foi um êxito, pena que a proposta da visita ao património cultural de Outeiro Seco, seguido de um Porto de Honra, não tivesse tantos aderentes, porque além de reforçar o convívio, ficariam a conhecer melhor a história e o património cultural do concelho, que, não se confina apenas à cidade.

Eu tenho para mim que, este tipo de convívios, não deve cingir-se apenas a um jantar num qualquer restaurante, onde cada um fica confinado ao grupo de seis ou sete companheiros de mesa, porquanto, um encontro anterior antes do jantar, reforça ainda mais esse convívio. Esta é uma reflexão que fica à organização, neste caso ao Agostinho Trindade, até ao momento o mentor destes encontros.

Outro evento obrigatório foi a ida ao São Caetano, porque segundo os crentes, nos quais se encontra a minha mulher, é um santo milagreiro. Eu sou mais aderente pelas merendas que lá se comem, contudo este ano ficamo-nos apenas pelo cumprimento das praxes religiosas, porque o almoço foi no Restaurante Príncipe em Chaves, o qual recomendo a quem ainda não conhece.

Descemos no dia 8 a Lisboa, para fazer a receção do nosso filho e nora emigrados, que vieram recarregar baterias e rever a família. Só que as suas famílias repartem-se pelos 900 quilómetros do nosso país, ou seja entre Chaves e Loulé. Desse modo e após a sua viagem ao sul, subimos de novo a Chaves para rever a família mas sobretudo os avós, cujas idades estão já no crepúsculo da vida.

Entrementes assistimos ao início do campeonato e à vitória em Alvalade do nosso Sporting sobre o Marítimo, pela televisão à vitória sobre o Paços Ferreira, e no domingo passado, o dia do seu regresso, enquanto não houve ordem do chefe de cabine para desligarem os telemóveis, ainda soube do empate com o Porto a 1-1. Mas logo que chegado ao aeroporto de Amsterdão, antes ainda de sair do avião, já se regozijava com a vitória do Sporting por 2-1.

Já eu depois de os ter deixado no terminal de embarque, assisti de cadeirinha à vitória do Sporting, pese embora a gritaria dos portistas, foi uma vitória com toda a justiça, devendo-se à inteligência tática do nosso técnico, que soube ler melhor as incidências do jogo que o treinador do Porto.

Esta semana haverá nova subida até Chaves, desta vez é a festa da Senhora da Azinheira quem nos guia, a nós e a muitos outros outeiro secanos, aproveito para deixar uma palavra de apreço aos comissários da festa, os meus amigos Altino Rio e Tó Manuel a quem desejo muito sucesso.

Esta estadia será mais prolongada, porque haverá uma cura nas Termas de Chaves, pois segundo a quadra da nossa marcha, em termos de saúde, as Caldas de Chaves, são as que têm mais virtude.

E como sou o sócio n.º 404 do Desportivo de Chaves, lá estarei no dia 11 para assistir ao Chaves- Setúbal, esperando assistir in loco uma vitória do nosso Desportivo.

publicado por Nuno Santos às 09:43

Um outeiro secano residente em Lisboa, sempre atento às realidades da sua terra.
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