Outeiro Secano em Lisboa

Setembro 11 2016

Desde há uns anos que o fogo do arraial de Outeiro Seco, é o melhor que se queima na região, mas o deste ano elevou ainda mais a fasquia, desde logo com a contratação da empresa Macedos, que habitualmente abrilhantam o fim de ano na Madeira e o São João no Porto e Vila Nova de Gaia.

O filme em cima ilustra bem o que foi o espectáculo apresentado.

 

publicado por Nuno Santos às 23:52

Olá Nuno ! Amigo tem como você postar algumas fotos da festa ? Obrigada.
Maria Eugénia Bernardo Afonso a 13 de Setembro de 2016 às 01:34

Olá
Geninha,
Imagino o vosso sentimento nesse dia, pese embora tantos outros acontecimentos de maior relevância, mas para quem nasceu em Outeiro Seco e vive longe, no dia da Senhora da Azinheira a saudade bate sempre forte. Por essa razão entre outros visitantes, estiveram cá os teus primos conhecidos como Chinchelões, residentes nos Estados Unidos da América, estiveram todos presentes.
Nesse dia EU tive um problema com a minha máquina fotográfica, mas deixo-te um link para o blog do Altino Rio, filho do Sr. Zé Merceana e da Sra Adelaide que foi um dos mordomos da festa neste ano, onde podes ver várias fotografias da festa e ver se reconheces ainda alguém.
http://outeiroseco.blogs.sapo.pt/
Cumprimentos para toda a família.
Nuno Afonso dos Santos
Nuno Santos a 14 de Setembro de 2016 às 10:21

"... é o melhor que se queima na região, mas o deste ano elevou ainda mais a fasquia,..."
Só faz estas afirmações quem não viu o fogo de Vilarelho, para dar um único exemplo, entre outros a que assisti, para falar do concelho e não na região, a não ser que a região seja Outeiro Seco.
Também não deve ter estado atendo ao fogo dos anos anteriores com a exceção do ano transato, em que a falha final deitou tudo por terra.
De fato e objetivamente foi o pior fogo dos últimos anos, sem brilho, nem cor, monótono, repetitivo, espaçado, pouco fogo em simultâneo, com um remate final paupérrimo, mas tenho uma bitola exigente e tenho como comparar o fogo-de-artifício dos últimos dez anos. Não é uma empresa, por muito conceituada que seja, que faz um excelente espetáculo pirotécnico ou neste caso piromusical, mas é preciso por os amigos nos píncaros, não sendo capaz de fazer uma análise objetiva dos acontecimentos, fazia bem ser imparcial uma vez na vida, mas não consegue.
Tenho pena que de facto não fosse o melhor fogo de sempre, era sinal que as pessoas tinham a contribuído como no tempo das vacas gordas, mas isso já foi chão que deu uvas.
A festa em Outeiro Seco, tendencialmente, vai ter que ser feita com o dinheiro dos habitantes da freguesia, o que implica mais uma vez a revisão da arquitetura da mesma e como consequência a diminuição do dinheiro destinado ao fogo, tal como aconteceu este ano, para desespero, penso eu, dos mordomos.
Deixo aqui publicamente os parabéns aos mordomos (a todos) e não só aos dois que foram mencionados neste blog (31-09-2016), apesar de reconhecer que eles tiveram a maior parte do trabalho, mas fica mal só mencionar dois e, principalmente, à mordoma, não nomeada, mas como já habitou a freguesia, noutras situações, deu o seu precioso contributo.
Deixo aqui uma sugestão na nomeação dos mordomos, também neste item deveria haver alterações, estou certo que as mulheres da freguesia de Outeiro Seco são capazes de dar o seu contributo na organização da festa, por isso deveriam ser também nomeadas, como acontece em muitas outras localidades do nosso concelho, para não falar na região.
anónimo a 14 de Setembro de 2016 às 00:47

Sinceramente não entendo o azedume deste comentário, assim como a necessidade de se esconder no anonimato. Quanto à análise ao fogo de artifício, a minha opinião está em sintonia, com os habituais críticos do fogo em Outeiro Seco, nem estando em causa o investimento, porquanto, sei que tem havido investimentos maiores noutros anos, nomeadamente no ano de 2015. A minha apreciação baseou-se na forma como a sessão foi armada e nisso, há que reconhecer que os Macedos, são do melhor que há nesta especialidade, razão pela qual têm ganho os concursos pirotécnicos, tanto nacional como internacionalmente.
Sobre a comparação com outras festas da região, claro que a comparação é com as outras freguesias do concelho. Já quanto à festa de Vilarelho da Raia, nem é ajustado fazer essa comparação. Desde logo porque os de Vilarelho da Raia, há muito deixaram cair a tradição da festa em data fixa, realizando a sua festa, na altura em que existe mais população no concelho. Depois só investem praticamente no fogo, enquanto que em Outeiro Seco além do fogo, apresenta sempre 3 Bandas e um um conjunto, e ainda os de Vilarelho da Raia, investem tudo na festa do Senhor das Almas, deixando no esquecimento o São Tiago em 25 de julho que é o seu padroeiro. Por sua vez e apesar da proximidade temporal, Outeiro Seco celebra sempre o seu padroeiro o São Miguel, em 29 de setembro.
Em relação ao nome dos restantes elementos da comissão, faço mea culpa, pois a minha condição de não residente não me permite conhecer com rigor todas as situações do quotidiano da aldeia, mas como durante o mês de agosto, vim duas vezes a Chaves, a primeira entre 1 de agosto ao dia 8 e na segunda entre o dia 21 e o dia 26 e os únicos mordomos que vi a pedir foram efectivamente o Altino Rio e o seu cunhado Tó Manel, razão pela qual os citei com a ressalva de que havia mais. Só no dia de festa vi então com os crachás a Maria José o Secundino Félix e o Coronel António Silva, os quais também parabenizo ainda que fora de tempo. Neste capítulo, cada um faz o que pode em razão da sua disponibilidade. A discriminação positiva aos dois mordomos não teve nada a ver com a nossa amizade pessoal mas porque me pareceu justa face à sua disponibilidade, mas sem qualquer juízo de valor para com os restantes.
Quanto à nova arquitectura da festa, já por mais de uma vez exprimi a minha opinião, a qual vale o que vale. Uma coisa é certa, seja qual for o seu figurino e enquanto eu puder cá estarei para colaborar e para comemorar.
Nuno Santos
Nuno Santos a 14 de Setembro de 2016 às 09:39

nuno o fogo foi lindo e enche de orgulho todo o outeiro secano que gosta da terra
quanto ao anónimo não fica zangada faz parte do teu governo
vasco sobreira garcia a 18 de Setembro de 2016 às 00:14

Um outeiro secano residente em Lisboa, sempre atento às realidades da sua terra.
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