Outeiro Secano em Lisboa

Julho 28 2015

 

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Como sempre o inimigo atacou pelo norte, outrora foram os espanhóis nas guerrilhas transfronteiriças, os franceses durante a guerra peninsular ou Invasões francesas, agora têm sido os incêndios.

Faz a 23 de agosto apenas dois anos que, Outeiro Seco, foi fustigado pelos incêndios e ontem, voltou a ser atacado pelo fogo, pondo habitações em perigo, não fora a ajuda preciosa dos bombeiros, que, com meios terrestres e aéreos o combateram abnegadamente, assim como a população, que nestas situações se mobiliza, numa prática com largos antecedentes.

Também mais uma vez o incendio veio dos lados de Vilela Seca, onde ali se limitam a vê-lo passar, talvez porque a população desta aldeia não tenha a coragem que a de Outeiro Seco demonstra nestas situações, ou talvez porque esta aldeia esteja mais desertificada e com a população mais envelhecida. O certo é que quase todos os incêndios que, têm fustigado a nossa aldeia, têm passado por Vilela Seca.

Desta vez segui o incêndio à distância pelas fotos e filmes que postavam no facebook, curiosamente foi o meu filho que da Holanda e via Skype me deu a notícia do incêndio, porquanto quer a minha mãe quer os meus sogros como são assinantes da Unitrio ficaram sem o serviço de telefone e televisão.

Um abraço de solidariedade para o amigo Ulisses que apesar dos extremos cuidados que tem com a sua mata desta vez também ele viu a sua casa em perigo.

publicado por Nuno Santos às 08:10

Caro conterrâneo bom dia, em primeiro de tudo. Ontem mais uma vez os bravos voluntários de Outeiro Seco, se bateram como verdadeiros leões. Pois só que desta vez eram comandados pelo Sr. Engenheiro Altino Rio. Além de todo aquele material que foi adquirido. Mas para isso agradeço que veja os comentários do dia 23 de Agosto, e 24 , 2013, no Blog Tradição e Modernidade. Enfim e nada mais. Saudações
Anónimo a 28 de Julho de 2015 às 09:19

um flagelo que parece não mais ter fim
vasco sobreira garcia a 2 de Agosto de 2015 às 17:12

Um outeiro secano residente em Lisboa, sempre atento às realidades da sua terra.
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